Curiosidades da maternidade argentina

Buenas! Estou retomando aos poucos minhas atividades paralelas, depois de um descanso mais que merecido…

Semana passada nasceu a filhinha de um casal de amigos nossos (amiga que por sinal me deu a honra e o prazer de fotografá-la grávida) e eu aproveitei a oportunidade para aprender um pouco mais sobre a cultura local e poder compartilhar aqui.

* Eu não conhecia essa, mas a cegonha traz os bebês de Paris! (será que no Brasil também e só eu que não sabia?) (Aprendi com a a irmã do Carlos que queria ligar para Paris e encomendar um sobrinho! Até o Carlos me explicar, fiquei boiando… “pra que ela ia ligar pra Paris???” – pesava eu. hahaha!).

* No ano passado foi aprovada uma lei que obriga os planos de saúde a cobrirem os tratamentos de fertilização in vitro para os casais com problemas de fertilidade.

* Os planos de saúde geralmente cobrem um percentual do preço dos medicamentos comprados com prescrição médica, e durante a gravidez, os planos também cobrem integralmente os cremes anti estrias.

* Na Argentina não é tão comum fazer “chá de bebê”, e ninguém conhece a modalidade “chá de fralda” por aqui. (eles não sabem a praticidade e economia que estão perdendo!)

* A licença maternidade na Argentina é de apenas 3 meses.

* O pai do bebê pode acompanhar a mãe durante parto, mas não é tão comum (e às vezes nem é permitido) o pai fotografar e/ou filmar o parto.

* Na maternidade (ou) clínica (ou) hospital, eles te dão uma bata branca para vestir o bebê, além de fraldas para o período de internamento (só não sei se isso é do hospital ou do plano de saúde).

* O médico da minha amiga recomendou que ela ficasse 24h sem falar para não engolir ar, porque, segundo dizem por aí, com a anestesia da cesárea, o intestino fica inativo e enche de ar (gases) e falar propicia o acúmulo de ar gerando muita dor e desconforto no corte da cesárea.

* É comum rasparem (máquina zero) o cabelo do recém-nascido ainda na maternidade. Segundo me explicaram, é para que o cabelo novo nasça com mais força, já que o cabelinho do recém-nascido é fininho e acaba caindo.

* Para registrar o bebê, agora também é necessária a presença da mãe. Alguns planos de saúde oferecem o serviço de registro civil ainda na maternidade.

* Alguns planos de saúde também cobrem a compra do leite NAN, quando necessário, pelos primeiros 3 meses do bebê.

* E eu sempre achei engraçado o modo que os argentinos e uruguaios embalam o bebê dando tapas nas costas. Não é como o tapinha brasileiro… É difícil explicar, tem que ver pra entender.

Algumas curiosidades são engraçadas, outras um tanto chocantes, mas é assim, outro país, outra cultura, outros costumes…
beijo beijo
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